quarta-feira, maio 02, 2007

Fiz os meus Ano(u)s !

queria agradecer a todos os meus amigos..

ao João Duarte pelo seu carinho ajuda e compreensão nos momentos difíceis
ao Gonçalo por aprtilhar as suas experiÊncias e mijar no meu cachecol do SCP
ao Simões pelo seu carácter
à Ana do nuno, pela sua palavra de esperança, fé e carinho
à Maria pela sua irreverência, vivacidade e sempre amizade
à Lúcia por além de ser amiga e honesta, fazer o meu mano feliz
à Sofia por partilhar comigo uma amizade muito especial
à Joana pela sua palavra de coragem e as suas traquinices
à Ana C por marrar comigo e nunca deixar de gostar de mim da mesma forma
ao João Tiago por beber e ficar um espectáculo !
ao João P. pela sua ordinarice e por ser um compincha nas horas certas
ao Filipe por ser um coração de ouro
ao Bubu pelo seu cu e pelas babes que ainda não me apresentaste
ao Freitas por me dar estalos
à mãe Constantino por me deixa-la embebedar
à avó do Alfama por nos dar beijinhos antes e depois dos almoços
à mãe Maria Teresa pela sua beleza, classe, personalidade e reconhecimento
à mãe Maria Helena que me aturou a chorar noites a fio
ao Pai João que me faz ser tudo
ao irmão João Miguel e família.. por ser família
ao afilhado .. por me fazer perceber o valor da vida e da família
e
finalmente à minha mais que tudo.. e que finalmente alguém me completa ao fim de 29 anos..

Saudações
MCDB

terça-feira, maio 01, 2007

Isso e Aquilo!

Durante muito tempo hesitei se devia falar de isso aqui neste blog. Por várias vezes comecei a rabiscar sobre isso no meu word mas acabei sempre por desistir: no início, sabia muito pouco para poder escrever acerca de isso.

Mais tarde, houve vezes em que não me achava preparado para falar abertamente disso, e noutras vezes simplesmente não me apetecia nada pensar nisso, quanto mais escrever.
Hoje, finalmente, cheguei à conclusão que devia mesmo falar disso, até porque já pouca gente fala disso por aqui e convém que isso não caia no esquecimento geral só porque agora se fala daquilo.

Não é que eu tenha alguma coisa contra aquilo: há gostos para tudo e quem se mete naquilo há-de tirar algum gozo disso. Pessoalmente acho um bocado burgesso e nojento, mas as pessoas lá sabem onde se metem. Agora aquilo não significa que simplesmente se ignore isso.

Essa história de que se pode fazer aquilo desde que não se fale nisso comigo não cola, até porque antes disso não havia aquilo e as pessoas não sentiam falta nenhuma. Essa é que é essa.
«Isso é que era bom!» conhecem a expressão? Certamente que sim. Deixem-me que vos esclareça que era bom, sim senhores, e que ainda é. Digo-vos eu por experiência própria. Já aquilo não tem tanta piada. E não é por aquilo em si, que até é bonitinho e tudo, mas por tudo o que aquilo representa.

Sejamos sérios, aquilo é uma verdadeira javardice. Só malta com as hormonas quimica e brutalmente alteradas é que embarca numa coisa daquelas. E não é preciso ser muito inteligente para perceber que aquilo é um comportamento desviante.

Deixo aqui, uma mensagem de esperança e civilidade a todos os que ainda têm a ver com isso. E deixo um conselho: não se metam naquilo. Quanto mais não seja por causa disso.




Sempre convosco,



Cabrão de Nafarros, Mestre.

Sorry, dear!

Gastamos muitas energias a arranjá-las, a inventá-las, a prepará-las, a ensaiá-las e a dá-las. Vemo-nos muitas vezes gregos para as encontrar. Há alturas em que pensamos nelas, que as justificamos, e que até achamos que são bem boas.
Noutras vezes perdemos a paciência quando as recebemos esfarrapadas e à pressa. Tranquilizamo-nos quando são justificadas. Irritamo-nos quando são de mau pagador. E temos pena, muita pena, quando são deficientes, pelo menos ganhamos um lugar de estacionamento. Passamos a vida a ouvi-las.
Desculpas são aquelas coisas com escamas. Por isso existem muitas mal amanhadas.
Para ela.
Sempre convosco,
Cabrão de Nafarros, Mestre.

terça-feira, abril 24, 2007

Independência para a Calheta

O que é que o Grande Alberto tem contra o Povo do Laranjal?
Se até o povo da Calheta tem direito a um Grande Jantar Comício, porque é que o povo do Laranjal tem apenas um Comício?
Não bastou fazerem a praia artificial na Calheta?
Povo do Laranjal: Urge protestar contra este senhor Grande Alberto João, esse colonialista Madeirense que desencadeou uma série de medidas para a ferir a democracia e o povo do Laranjal!

Laranjal independente já!

Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre

quinta-feira, abril 19, 2007

Aborto a prostituição!

Não era isto... era Referendo para a prostituição.

Gostaria de pedir um parecer jurídico a alguém que saiba muito de referendos e prostituição:
Uma vez que já fizemos o referendo ao aborto e o sentido da votação foi inequívoca, torna-se necessário referendar a prostituição?
Ou pode simplesmente avançar-se com o projecto de liberalização?

O conceito é simples:
Todos os cidadãos que votaram a favor sim no referendo do aborto votarão sim no da prostituição.

Ou não?

Ou como diz um grafiti numa parede da avenida de Roma:
"As nossas barrigas não são um campo de batalha!"
Adaptando
"O nosso pipi deve poder ser um campo de batalhas!"

Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre

quarta-feira, abril 18, 2007

Pequenas doses de patriotismo

Julgo ser extremamente útil para Portugal a realização de programas do género do Grandes Portugueses, claro que evitando que ganhasse sempre o mesmo. Diz-se para aí que desde que o homem desde que ganhou uma eleição livre nunca mais vai querer outra coisa…

Uma ideia engraçadíssima era atribuir-mos cognomes aos nossos primeiros-ministros uma vez saídos do poder... Aqui fica o meu contributo:

Cavaco Silva – O arrogante
António Guterres – O fugitivo
Durão Barroso - O que fugiu para o céu
Santana Lopes - O enterrado vivo
José Sócrates - O UNÍco

Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre

Qual é o alfa de Z?

Ao que parece está já disponível no mercado a primeira vacina contra o cancro do colo do útero. Esta vacina não é administrada gratuitamente pelo serviço nacional de saúde, nem mesmo comparticipada pelo estado a sua aquisição.

Nesta nova onda do hospital empresa e a racionalização de custos e maximização das receitas até parece que faz sentido: “poupamos na vacina e temos mais um cliente”.

Os nossos estarão a averiguar se a eficácia da vacina justifica a sua comparticipação? Com que fórmula? Já sei:

Se: X>Y, oferece-se
Se: XSe: X=Y, referenda-se ou então faz as contas amanhã para ver para que lado cai

Em que:
X- custos da vacinação
Y- custos dos tratamentos evitados

Ou então X>(Y + Z) em que se é o número de mortes.

A questão é:
Qual é o alfa de Z?


Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre

terça-feira, abril 17, 2007

Chocolate vence o beijo

Um estudo da Universidade de Sussex no Reino Unido aponta para resultados assombrosos: tanto o cérebro como o coração reagem de uma forma muito acentuada ao chocolate preto que a um beijo.

Este estudo científico terá seguramente grandes méritos e será de uma utilidade extraordinária para quando for necessário para uma finalidade.

Ainda assim deixem-me que vos apresente os pressupostos:
- Escolheram-se aleatoriamente vários casais;
- Em laboratório foram submetidos a duas circunstâncias:
­ Colocar um pedaço de chocolate preto na boca sem mastigar;
­ Dar um beijo na boca ao parceiro(a) como era seu hábito;
- Em cada uma delas foram efectuadas medições de vários indicadores ao nível cardíaco e cerebral.

Pessoalmente, nada tenho contra a metodologia adoptada, mas os resultados não podem deixar ninguém surpreendido.

Vejamos:
- Por um casal;
- A dar um beijo;
- Como é costume;
- Com o seu parceiro;
- Num laboratório;
- Com malta de bata branca a observar;
- Atados com fios eléctricos?
Antes chocolate!

Alternativas?
- Pegar nos casais;
- Sorte-a-los;
- Dividi-los por bungalows em cima de água;
- Sem malta de bata branca à volta;
- Sem fios eléctricos;
- Dar um beijo (ou equivalente) sem ser na boca?
Que se foda o chocolate.

E se o beijo fosse a partilhar chocolate?

De qualquer forma, quando tiver de beijar a mãe, a avó, as tias, as primas, vai M&M´s para toda a gente!

Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre

segunda-feira, abril 09, 2007

Um conto do Joazinho e do Francisquinho!

Era uma vez o Joãozinho e o Francisquinho, num bar não identificado!
Joãozinho:
- Pá, lembras-te da Fabricia?
Francisquinho:
- Fabricia...Fabricia...não. Devia? Foi algum daqueles nomes que me passou e só ficou o "querida"?
And so on....
- Nope. Ela andou connosco no secundário.
- Não tou a ver
- Ela era meio feiota e fraca de corpo
- Definitivamente não me lembro. Mas porquê?
- Via à uns tempos e táva boa!- Isso são boas noticias...
- A gaja casou.
- ...Já não são tão boas noticias.
- Mas não imaginas com quem casou!
- Com uma mulher?
- Não, pá. Com um gajo que era segurança numa dessas companhias de segurança.
- Preferia a ideia dela casada com outra gaja, dava-me mais gozo pensar nisso que num segurança.
- Pá, ela ficou grossa e o primeiro que a apanhou casou com ela.
- Esta conversa tem algum objectivo? Ou já é o whisky a falar?
- Também. Como te estava a contar, ela táva toda boa e o gajo começou a sair com ela, provou, viu que era bom e vai de casar com a tolinha. Ela se tivesse tido um namorado no secundário, foi muito, por isso, caiu na cantiga do gajo e antes de fazer 21, táva amarrada.
- Mais uma história triste de uma juventude perdida. É lamentável. Mas pergunto outra vez, esta conversa vai a algum lado ou tenho de mudar de mesa?
- Calma. A gaja não acaba o curso e vai trabalhar para o Jumbo.
- Fascinante...conta-me mais sobre a vida dela, estou a adorar!
- Foda-se, tás embirrante.! À frente...A gaja começa a trabalhar e o gajo só faz turnos da noite. Ela chega a casa, sozinha, passas o serões a ver telenovelas...
- Vida triste. Se a ideia é deprimir-me, estás a conseguir
- ...Os gajos que trabalham no Jumbo começam a dar-lhe atenção e tal, ela começa a ficar carente...Resultado, andou a fazer a rodagem a tudo o que era vendedor e até a meio talho!
- Os bifes lá em casa deviam ser um espanto!
- Parece que sim. Mas a tipa ganhou-lhe o gosto, fartou-se de estar sozinha com o calhau do marido sempre fora e pouco atencioso, divorciou-se do segurança, ficou com a casa e recheio, o gajo ficou tão em baixo com a separação que só levou a roupa dele e a maquina de café.No Jumbo passou a chefe de secção numa manobra à “Monica Lewinsky” com o director, um gajo de 65 anos que se ia reformar. Uma jogada de mestre!
- Qual das partes? A do divorcio ou a debaixo da mesa?
- As duas. Casa montada, emprego razoável, boa comó milho!
- Linda história. A sério. Até já tenho outro respeito pelas mulheres...Mas como é que sabes isso tudo?
- Sou amigo do chefe do talho! E o gajo percebe de febras! (riso alterado e em falsete)
- Obrigado pela história. O próximo copo pagas tu, só por te ter ouvido.
- Não, cachopo, não foi por isso que te contei isto!
- Afinal há uma razão...
- A Fabricia está ali numa mesa com uma amiga que eu conheço, sozinhas! Agora já sabes quem ela é e podes meter conversa com cenas do secundário. Depois, também sabes que o que a casa gasta e não é um tiro no escuro!
- Gosto da tua maneira da pensar...
Sempre con voi,
Cabrão de Nafarros, Mestre

Que não existe, mas que é a melhor coisa que há!

O amor não existe e é a melhor coisa que há. Não existe porque não existe mesmo. O que existe é um conjunto de situações naturais e provocadas com causas e consequências que nos são agradáveis. E é a melhor coisa que há porque uma vez envolvidos numa dessas situações sentimos um nível de prazer e bem-estar que são inalcançáveis de outra forma.

Existem vários tipos de amor. O amor-próprio, o amor a bens materiais objectivos, o amor a Deus, o amor aos filhos, e, o amor a outra pessoa, normalmente do sexo oposto.
Amor-perfeito só existe no mar, mas o mais perfeito é o amor-próprio. É quando nós gostamos de nós mesmos. Quando temos orgulho em sermos o que somos. Porque só gostando de nós podemos gostar dos outros. E se nós não gostarmos de nós, quem vai gostar?

O amor a qualquer bem não é o amor ao bem, mas ao prazer que o bem nos proporciona. Nós gostamos de dinheiro porque com ele podemos comprar chocolates saborosos, e gostamos de chocolates porque os podemos saborear.
O amor a Deus é o amor a algo que nós temos para justificar a nossa existência, e para nos dar protecção e segurança, porque nós temos medo da nossa fragilidade.
O amor paternal é um amor natural. Todas as mães de todas as espécies protegem os seus filhos para garantir a sobrevivência da espécie. Pura natureza. O que nos dá prazer é o que entra ou sai do nosso corpo físico. A coisa mais completa que sai do nosso corpo é um filho.
E por fim o amor a outra pessoa. Que não é amor; é sexo. Não existe amor sem sexo. Explícito ou implícito. Quando dizemos que gostamos de outra pessoa não é dela que gostamos. Gostamos daquilo que ela nos dá, gostamos dos bens, gostamos da companhia, gostamos da ajuda, gostamos do prazer e do bem-estar, gostamos de carinho e de ternura. E gostamos de sexo porque é a melhor coisa que há.
Gostamos de receber. Mas para alguém nos dar alguma coisa é porque gosta de nós. Gostar de nós não é gostar de nós, é gostar de receber algo de nós, e completa-se o ciclo. Gostamos de receber, mas a outra pessoa só dá se também receber. Amar é dar e receber. Quanto mais se dá mais se recebe. Quanto mais se recebe mais se gosta. Quanto mais se gosta mais se dá. Quanto mais intenso for este ciclo maior será o amor. Dar é a única opção pessoal neste ciclo. Se deixarmos de dar quebramos o ciclo. Quanto mais quebrarmos o ciclo mais o amor se perde.
A intimidade e o sexo são as coisas mais individuais que temos. O acto sexual é darmos o que temos de mais “nosso” e receber da outra pessoa o que ela tem de mais “dela”. Quando realizado sem diferentes intenções é o auge do amor. É atingir mutuamente um nível de satisfação e de bem-estar supremo, quase divinal.
Cada pessoa sente para si o prazer que recebe, mas como já conhece as reacções da outra sabe que esta também está feliz pelo prazer que a primeira lhe proporcionou.
O amor é uma troca de prazeres. Uma troca de coisas boas. Não se troca amor. O amor em si não existe, não se define e não se explica. Dão-se e recebem-se “coisas boas”, materiais ou não, que nos dão equilíbrio emocional, bem-estar e felicidade e a este conjunto nós chamamos amor, que não existe, mas que é a melhor coisa que há.
P.S: Talvez seja a falta de 1,60 m!
Sempre con voi,
Cabrão de Nafarros, Mestre.

segunda-feira, abril 02, 2007

sms

Envia-se um sms para comunicar.
Envia-se um sms para ter a ilusão de ainda estares perto.


Sempre con voi,

Cabrão de Nafarros Mestre.

terça-feira, março 27, 2007

Salazar sempre!

Vi com grande atenção o programa de Domingo da RTP sobre os grandes portugueses. Por um lado, tinha alguma curiosidade em saber quem seria votado o grande português, por outro, era uma boa oportunidade para aprender algo mais sobre a história.

Antes da emissão estava dividido entre duas personalidades, não tanto por um conhecimento profundo da sua existência, antes por um raciocínio muito simples:
- D. Afonso Henriques fundou o país;
- D. João II conduziu-o no seu momento mai brilhante.
Ainda assim, seria sempre impossível para mim não simpatizar com o homem que fez a baixa e a região demarcada do douro.

O programa foi andando e a votação deu:
3º O Schindler Português em 7 dias;
2º O Ditador sem país;
1º O Fascista da vida modesta.
Claro que o comentário sobre Aristides Sousa Mendes é uma piada. De resto, qualquer posição, inclusive o 1º lugar seria defensável.
Por outro lado, tenho muita pena mas… antes o fascista da vida modesta do que o ditador sem país.

Foi pena. Perdemos uma boa oportunidade de conhecer mais a nossa história e a nossa identidade, perdemos uma oportunidade de elegermos qual de nós foi, de facto, o mais brilhante e optamos por referendar Sócrates e o 25 de Abril.

Assim, quem ganhou foi Salazar - mostramos que enquanto povo não temos inteligência para viver em democracia. Ainda por cima demos-lhe a primeira vitória em que ele não precisou de condicionar os resultados.
Cagar nisso, os ingleses têm a Diana no top ten...

Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre

PS: Alguém algum dia avisará a Odete que sobe a calçada que não existem regimes comunistas democratas e que essa coisa de se pagar o dízimo faz lembrar a Maná?

sábado, março 17, 2007

La definitión du P.I.P (continuación)

Pior que os Pseudo Intelectuais só os Pseudo Intelectuais Precoces! Os Pseudo Intelectuais
Precoces... coitados, sem imaginação para mais, são o chocolate Avianense em comparação com o verdadeiro e único chocolate, o Toblerone.
Optaram por copiar os P.I mas de uma forma que os torna um pouco tristes. Tristes sim, são uns tristes. Tiraram a beleza toda aos P.I.
Os P.I.P são os meninos bem que resolveram enfrentar os paizinhos e então decidiram ser rebeldes. Fazem quase tudo que os P.I fazem, mas não colam cartazes, tomam banho, têm namoradas sem amor próprio, são incapazes de dormir na rua, e têm a puta da mania que são rebeldes, como se nunca puseram sebo no cabelo? Se nunca viram um piercing infectado, se nunca mijaram nos pés para os aquecer no inverno? Estes moços e moças gostam das mesmas coisas menos dos sacrifícios, que são poucos.
Se eu fosse P.I e conhecesse algum destes P.I.P tirava-lhe o cartão de sócio!!! Imitadores baratos é o que é!!! Aliás caros, já que as roupitas que usam são de boas lojas sendo imitações dos grandes ícones e vagas culturais anarco-rebelde-estoucontratudooqueseconhece. Perceberam.aliás o estoucontratudooqueconheço, vai ao cúmulo de nos casos mais graves de P.I.P de se tornar num estoucontratudooqueconheçoatécontramimpróprio. São estúpidos, mas faz parte!
Devem estar parvos, mas pronto a insanidade aparece assim, quando se escreve assim, ou no fundo a estupidez do Cabrão!
Sempre con voi,
Cabrão de Nafarros Mestre.

La Definitión du P.I

Voltámos à onda das críticas, sociais ou não, o que interessa é que transmitam algo de útil. Estava eu a beber os meus liquidos dos copos de sábado à noite quando de repente surge à conversa um tema de que me orgulho de ter uma opinião muito crítica e por vezes muito cáustica.
Os Pseudo Intelectuais (P.I).
O que são Pseudo Intelectuais, ainda me perguntava eu há poucos meses, já que todos os dias se criam novas terminologias, transformando palavras que deviam ser vulgarmente usadas, em palavras vulgares desprovidas de uso, porque é mais fahion dizer Pseudo Intelectuais em detrimento de deslocados. No fundo é o mesmo mas com muito mais estilo.
O que dizer do principal ninho de P.I do mundo, o Bloco de Esquerda, sem manchar o nome da nossa Ana Drago! Aliás estou a meter os pés pelas mãos, porque os bloquistas não são P.I, são P.I.P (Pseudo Intelectuais Precoces), já que os P.I ingressam e engrossam, não muito, as fileiras do PCP. Eu passo a explicar o que tentou a tentar dizer.
A sociedade é limitada e delimitada pelo conjunto social de pessoas que tem gostos, ideias, convenções e conveniências muito similares, bem como conceitos morais e hermenêuticos que não tem disparidades muito visíveis, comportando no seu tecido a noção de normalidade.
Em suma é um bando de carneiros que come erva do mesmo prado, bebe no mesmo lago, caga no mesmo canto e é comido, depois de muito bem temperado, senão é um cheiro que não se aguenta, da mesma forma que os seus amigos, colegas, companheiros, palhaços, carneiros!
Estas pessoas ditas normais, que a partir de agora passamos a designar por Mémés!, tendem como todo o ser humano a etiquetar as pessoas que estão à sua volta com um título, que faz a clivagem cultural, social, you name it, de modo a poder haver diferenças.
Agora é que vem os P.I. O que são então os P.I? São todos aqueles deslocados que não se enquadram no tecido social normalmente aceite pela maioria. Ou seja são todos aqueles que vestem de forma diferente, com roupas herdadas dos punk’s, skinheads, hippies, usam todo e qualquer item que seja minimamente étnico, põem dentro da misturadora, com umas rastas no cabelo com sebo quanto baste, uns piercings e voilá o P.I.
Filiam-se prioritariamente no PCP. Depois dá-lhes uma aragem e mudam para o Bloco! Metem-se nas associações de estudantes, nos movimentos anti-praxe, na Greenpeace, no Movimento de Protecção das Cadelas que Têm Cio Seis Meses Ininterruptamente e Ninguém Lhes Liga Puto, etc.
Frequentam bares que tem sempre uma instalação, uma exposição, uma performance, qualquer coisa, mesmo que seja atirar latas de sardinha vazias do quarto andar para a rua, desde que seja arte... têm namorados/as do mesmo anti-grupo social.
Em resumo, são os idealistas que enchem as ruas de murais contestatários, que fazem manifestações antiglobalização, anti-guerra, anti-estáticas, que mandam email's a avisar que a coca-cola é um veneno, que compram a revista cânhamo, que se recusam a comer no MacDonald’s e todo e qualquer um deles enfiaria uma pinha em brasa no cu do Bush pelas merdas que tem andado a fazer!
To Be Continued
Sempre con voi,
Cabrão de Nafarros Mestre.

Recordações...

Beber cerveja é uma arte. É duro mas é verdade.
Não nos podemos abstrair de que o simples gesto de lamber a espuma e dar o primeiro beijo num fino acabadinho de tirar, é um momento mágico, melhor que o primeiro beijo que damos a uma mulher.
Bem, a tua vida sexual deve estar a correr às mil maravilhas... A bem da verdade a coisa mais aproximada que tive com sexo nos últimos tempos, foi a anestesia no dentista que apanhei na semana passada.
Pronto! A verdade.... o meu último primeiro transcende-me ainda hoje! E ela tambem!
Mas voltando à cerveja, há que pensar que as cervejas não são todas iguais e que servem para fins completamente diferentes. Por exemplo, a Guiness tem tantos nutrientes que constitui um pequeno almoço completo, e tão espessa que devia ser comida e não bebida.
A Carlsberg, provavelmente a melhor cerveja do mundo, é uma cerveja para ser bebida à noite, sem comida. O seu sabor tem que ser simples, sem acompanhamentos, para não estragar a sua degustação.
A Super Bock, a acompanhar caracóis, a meio da tarde, de manhã, em qualquer momento é a melhor companhia do homem e uma alta promotora da mochila (leia-se barriga).
Uma recordação de quem têm banda! Sacrificio!
Saudações cordiais,
Cabrão de Nafarros Mestre.