A gripe das aves mantém-se no Estádio da Luz. Desta feita foi encontrado um perú na baliza do Baía.
De qualquer forma, ainda no rescaldo do Derby, dei por mim a pensar:
"Será que alguma vez, na história do futebol moderno, um clube venceu sem sofrer golos e em apenas 5 dias, os dois últimos campeões Europeus? "
Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre
segunda-feira, fevereiro 27, 2006
domingo, fevereiro 26, 2006
Nos olhos do Ucraniano - conclusão..
(Ler primeiro):
http://irmandadedoscabroes.blogspot.com/2005/12/nos-olhos-do-ucraniano.html
O que se veio a concluir foi que o homem ainda ficou mais uns tempos. Enquanto esteve presente teve uma dedicação ao trabalho sempre regular. Ainda que a "língua" fosse um pequeno entrave a algumas tarefas.
Depois veio a partir..
O que se conclui daqui que todos os que não somos obrigados a desenraizarmo-nos, devíamos agradecer à vida.. naqueles olhos estava patente um tipo de "gente" que é explorada, sabe-se lá por que tipo de cosa nostra's.. longe da família.. e forçados a seguir num caminho muitas vezes sem volta..
respeito e consideração..
sensibilidade.. e bom senso.
Saudações Nostálgicas
Cabrão Da Boina Mestre
http://irmandadedoscabroes.blogspot.com/2005/12/nos-olhos-do-ucraniano.html
O que se veio a concluir foi que o homem ainda ficou mais uns tempos. Enquanto esteve presente teve uma dedicação ao trabalho sempre regular. Ainda que a "língua" fosse um pequeno entrave a algumas tarefas.
Depois veio a partir..
O que se conclui daqui que todos os que não somos obrigados a desenraizarmo-nos, devíamos agradecer à vida.. naqueles olhos estava patente um tipo de "gente" que é explorada, sabe-se lá por que tipo de cosa nostra's.. longe da família.. e forçados a seguir num caminho muitas vezes sem volta..
respeito e consideração..
sensibilidade.. e bom senso.
Saudações Nostálgicas
Cabrão Da Boina Mestre
sábado, fevereiro 25, 2006
Resumo "alargado" do jantar de comemoração de fim de exames / qualquer coisa / celebração da 1ª Maria de Nazaré / noite da túlipa amarela...
Foi na sexta de 24, se passou no indiano para apurar mais alguns sabores daquele que unânimemente, consideramos ser um dos melhores "spots" da Irmandade.
Assim, entre casais e descasados, contentes e felizes, confusos e magoados, teimosos e aparvalhados, decididos e acertivos, enternecidos e delirantes, de "carinha na água" e alguns que pensam ter ouvido o chamamento.. decorreu de forma "normal" o 16º jantar anual da Irmandade.
Destaca-se aqui uma presença a notabilizar, a Sra. Rubina que diz ter vindo ao Continente de férias ver o Benfica ganhar.. e de facto até agora tem razão. Vamos ver domingo se se reconfirma.. adiante.
Na normalidade que se pode conseguir ter num jantar da Irmandade há a referir os seguintes pontos:
- Não se atirou comida pelo ar
- O Nafarros só se levantou da mesa uma vez para puxar as calças p cima e mandar 1 bujarda..
- O Nuno não foi o último a acabar de comer
- A Irmã Lúcia veio de saia
- A irmã Simões não veio de saia..
- A sofia tinha uma flor na camisola
- A Rubina tinha uma flor na mesa
- O D'Alfama só trocou de travessas 14 vezes c o Da Boina
- O Da Boina só trocou 14 vezes de travessas com o D'Alfama
- A Maria de Nazaré esteve o jantar todo a dormir tranquila sem se manifestar
- O Nafarros não vomitou
- Mais de metade dos empregados /(família indiana) são do Sporting
- O único do Benfica foi o que nos atendeu..
- Jantamos numa mesa com uma frente de 4
- Só lá estavam 2 casais
- À saída uma Sra. duma mesa afirma: "devias ter oferecido uma rosa vermelha!.. a túlipa amarela é sinal de amizade.."
- Ao que se respondeu: "pois mas a intenção era essa.. e ela n é a minha namorada"
- Querem ensinar a missa ao Padre.. pensei eu
E mais não sei porque vim-me embora..
Terá sido Kapital ou Jamaica o destino?
To Be continued...
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
A primeira Maria de Nazaré
Carissímos:
A Irmandade deixou de ser, a partir de ontem, 23 de Fevereiro, uma congregação de elementos exclusivamente masculinos.
Temos registada e aceite em pleno a inscrição da primeira Maria de Nazaré. É um orgulho!
O Cabrão responsavel pela sua inscrição é um motivo de inveja para todos os outros. A sua Maria de Nazaré reúne todas as características que nós gostaríamos que a nossa reunisse.
Em breve serão publicadas as suas principais virtudes...
Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre
A Irmandade deixou de ser, a partir de ontem, 23 de Fevereiro, uma congregação de elementos exclusivamente masculinos.
Temos registada e aceite em pleno a inscrição da primeira Maria de Nazaré. É um orgulho!
O Cabrão responsavel pela sua inscrição é um motivo de inveja para todos os outros. A sua Maria de Nazaré reúne todas as características que nós gostaríamos que a nossa reunisse.
Em breve serão publicadas as suas principais virtudes...
Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Merdas sem jeito - Parte II
Um gajo passa uma vida em cuecas e nos poucos momentos em que podería estar sem elas atreve-se a apenas desviar.
Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre
Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre
Ao meu amigo.
Num belo café , a ver o clube que já passou de validade, ele virou-se para mim e disse:
" Tambêm já vivi em negação. Depois optei por ser feliz! "
Ao meu amigo um grande abraço e obrigado por partilhar a sua sapiencia!
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre.
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
O país quadriculado que eu adoro!
(Confesso-me sem imaginação para introduzir algum humor nestes apanhados que publicamos. Ainda assim...)
Contactei a EDIA (Empresa de Desenvolvimento de Infraestruturas do Alqueva) para adquirir umas fotografias aéreas de uma propriedade. Não é um pedido estranho, de resto no próprio site da EDIA figuram as condições e as tabelas de preços a praticar.
Poupando-vos a pormenores, um Impressão em A2 custa 21,50€ enquanto que a mesma informação em CD custa qualquer coisa como 930€.
A razão é simples: a EDIA tem a zona em quadrículas e a informação pretendida é paga pelo número de quadrículas pretendidas. Em suma, uma pessoa que queria obter a imagem de uma propriedade de 100ha paga como se quisesse a totalidade das 5 quadrículas que ocupa, isto é, 3125ha.
A culpa é do proprietário! Quem manda comprar propriedades sem ver primeiro as quadrículas?
Ou então é apenas o chamado "cheque tecnológico"...
Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre
Contactei a EDIA (Empresa de Desenvolvimento de Infraestruturas do Alqueva) para adquirir umas fotografias aéreas de uma propriedade. Não é um pedido estranho, de resto no próprio site da EDIA figuram as condições e as tabelas de preços a praticar.
Poupando-vos a pormenores, um Impressão em A2 custa 21,50€ enquanto que a mesma informação em CD custa qualquer coisa como 930€.
A razão é simples: a EDIA tem a zona em quadrículas e a informação pretendida é paga pelo número de quadrículas pretendidas. Em suma, uma pessoa que queria obter a imagem de uma propriedade de 100ha paga como se quisesse a totalidade das 5 quadrículas que ocupa, isto é, 3125ha.
A culpa é do proprietário! Quem manda comprar propriedades sem ver primeiro as quadrículas?
Ou então é apenas o chamado "cheque tecnológico"...
Saudações
Cabrão D´Alfama
Mestre
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
Homine ignorante
Homine ignorante.
É assim que me defino.
Defino-me como pessoa, como mais um número nesta equação.
Uma equação que eu próprio a ignorei.
Ignorei até que me tocou.
Foram horas.
Foram dias.
Meses e anos.
Voltaram-me a tocar onde menos esperava.
Eu que sou ignorante vi.
Senti.
Será que a ela viu?
Ela.
Aquela primeira brisa da manhã na Primavera.
Que vai e vêm.
É fresca, por vezes fria, mas que por dentro nos faz sentir quentes.
Ignorante como sou, quero ignorar.
Deixar passar e não fazer nada.
Virar a cara e seguir.
Porque, eu, não acredito.
Não acredito.
Porque é diferente.
Por ser ignorante.
Por não querer aceitar o que sinto.
Tou a ser precipitado.
Um ignorante precipitado e inseguro.
Ignorante sou. Por ser. Porque assim me apraz, porque é mais fácil não reparar, não sentir.
Se deixo de o ser, que irá acontecer?
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre
É assim que me defino.
Defino-me como pessoa, como mais um número nesta equação.
Uma equação que eu próprio a ignorei.
Ignorei até que me tocou.
Foram horas.
Foram dias.
Meses e anos.
Voltaram-me a tocar onde menos esperava.
Eu que sou ignorante vi.
Senti.
Será que a ela viu?
Ela.
Aquela primeira brisa da manhã na Primavera.
Que vai e vêm.
É fresca, por vezes fria, mas que por dentro nos faz sentir quentes.
Ignorante como sou, quero ignorar.
Deixar passar e não fazer nada.
Virar a cara e seguir.
Porque, eu, não acredito.
Não acredito.
Porque é diferente.
Por ser ignorante.
Por não querer aceitar o que sinto.
Tou a ser precipitado.
Um ignorante precipitado e inseguro.
Ignorante sou. Por ser. Porque assim me apraz, porque é mais fácil não reparar, não sentir.
Se deixo de o ser, que irá acontecer?
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre
terça-feira, fevereiro 07, 2006
Aquele Fado... Parte II ( Correcção )
Classificação:
Pseudo intelectuais 12
Aristocrato-betos 1
Papoilas que expiraram de validade 1
Tendo em conta o ratio!!!
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre
Pseudo intelectuais 12
Aristocrato-betos 1
Papoilas que expiraram de validade 1
Tendo em conta o ratio!!!
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
Convocatória
Vem-se.. por este meio convocar a Santíssima Trindade, e apenas a mesma, a comparecer no 8º jantar anual da Irmandade a realizar-se no dia 14 deste mês, na Tasca do costume..
Agradece-se que qualquer um dos 3 terços da mesma entidade, avise sob a forma de comentário se porventura não irá estar presente no mesmo evento até ao dia 12 do presente mês.
Saudações Balblarianas
MDB
Agradece-se que qualquer um dos 3 terços da mesma entidade, avise sob a forma de comentário se porventura não irá estar presente no mesmo evento até ao dia 12 do presente mês.
Saudações Balblarianas
MDB
domingo, fevereiro 05, 2006
O inicio que depressa vai ser fim porque têm que ser.
Andava há procura, o que encontrava ou pedia demais ou nem me deixava pedir e por vezes eram pedidos a prazo.
Deixei de andar há procura fartei-me. O que aconteceu foi deixaram de pedir demais.. e vi finalmente sem esperar algo que há muito não via - aquele olhar.
Aquele olhar proibido, aquele gesto.
Reconheci.
Contra as minhas convicções, mas também tudo o que queria para mim, contradição que não desejava.
Perguntam-me o que sinto, se gosto, não sei responder, aguardo, mas parece inevitável, tenho medo da contradição do meu coração, da minha consciência, da realidade.
Dizem que têm aquela pontinha daquilo e aquela pontinha de não sei o quê, que sempre quis, a junção que procurava nela.
Sei que sou invisível de momento nem sei como me aproximar não quero errar, não com ela.
Sei que sou invisível de momento nem sei como me aproximar não quero errar, não com ela.
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre
Aquele fado... Parte II
Já com cinco encontros realizados, no " Aquele Fado ", temos o os pseudo-burgueses seguidos dos aristocrato-betos e por últimos aqueles a que o titulo expirou a 31/12/2005.
Encontros já realizados:
Sporting 2 - 1 Belenenses
Sporting 2 - 1 Benfica
Benfica 0 - 0 Belenenses
Belenenses 0 - 1 Sporting
Benfica 1 - 3 Sporting
Classificação:
Sporting 12
Belenenses 1
Benfica 0
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre.
Encontros já realizados:
Sporting 2 - 1 Belenenses
Sporting 2 - 1 Benfica
Benfica 0 - 0 Belenenses
Belenenses 0 - 1 Sporting
Benfica 1 - 3 Sporting
Classificação:
Sporting 12
Belenenses 1
Benfica 0
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre.
Identifico-me e quero partilhar.
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
De Amigo Jorge Fernando cantado pelas meninas, por tudo e por nada me identifico.
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
De Amigo Jorge Fernando cantado pelas meninas, por tudo e por nada me identifico.
Saudações,
Cabrão de Nafarros Mestre
Um doce para um caramelo
Era uma vez um doce chamado caramelo. De sorriso carinhoso, e com voz ternurenta, o caramelo fazia a sua vida todos os dias, sem pensar em mais nada, a não ser viver cada momento e aproveitá-lo ao máximo.
Além desta nobre máxima, era um caramelo com uma actividade mui nobre. Ele ajudava a crescer as flores. Regando-as com o seu carinho diáriamente e educando-as com doses certas de disciplina e recompensa.
Era um caramelo com uma história de vida, algo triste..
Mas mesmo assim parecia que na sua maneira de ser, ele transmitia um amor imenso à sua volta.
Ele merecia melhor.. da vida.
A história acaba aqui. Mas tem continuidade. Assim como a felicidade.
A Dedicatória.. Prometido é devido
Saudações Trovadorescas
Mestre Cabrão da Boina
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